No filme " A dúvida", em um sermão inspirador, um dos protagonistas na pele de um padre teóricamente injustiçado por uma calúnia retrata assim o ato da calúnia:
"Diz-se que alguém foi confessar-se com um velho padre que havia espalhado uma história inverídica sobre alguém. O padre então pediu que ele pegasse um travesseiro fosse para o alto de um prédio e o rasgasse inteiro, depois voltasse à sua presença. O homem assim fez e voltou ao padre que lhe perguntou:
- O que aconteceu em seguida, depois que rasgou o travesseiro?
- Ah! Padre - disse-lhe o confessor - voaram penas para todos os lados.
- Isso mesmo! Agora quero que faça mais uma coisa.
- O que reverendo? Diga-me que farei!
- Vá ao mesmo lugar e tente juntar as penas do travesseiro, uma a uma, e recomponha-o."
Essa história é emblemática. Sempre que sentir tentado a contar uma história sobre outra pessoa, que a degrina, mesmo que tenha certeza da sua veracidade, me lembrarei da imagem das penas voando e perguntarei a mim mesmo se consiguirei juntar as mesmas depois. Fazer isso com alguém é marca-la pro resto da vida, salvo a misericórdia de Deus.
Se não for pra falar o bem que calemos nossa boca para o mal!
Fonte: http://idoideias.blogspot.com
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