Faça uma boa exploração!!

VOCÊ É ESPECIAL

Este é um local de narrativas, momentos, reflexões, atividades e idéias interessantes de um homem sonhador, transparente, e que transborda a emoção em detrimento a razão...um pensador cheio de coisas para contar... !!!

quarta-feira, 19 de maio de 2010

Dançar de rosto colado!!!

Rosto colado é coisa que os jovens de hoje não conhecem como preliminares de um ato
de sedução. Nesses bailes de antigamente (que palavra dolorosa!), os jovens rastreavam o salão em busca da dama. Caso ela fosse localizada na mesa com os
pais, nossas pernas tremiam. Uma cuba libre talvez fosse o combustível
para encorajar o ato de atravessar o salão e chegar na mesa com o convite, formalismo, "vamos dançar?" O "sim" dela poderia significar que também
queria dançar, pois os olhos já tinham se cruzado num momento do baile,
mas poderia ser apenas o "sim" formal para não dar um "cano" no rapaz audacioso.
Neste último caso, a regra que a jovem aprendeu em casa com a mãe casamenteira,
era dançar no máximo três para não significar que havia outro interesse a não ser o da boa educação. No entanto, se "pintasse um clima" ai, Jesus! – as danças se prolongariam por todo o baile e, na hora exata, os rostos se colavam e a
sedução começava com uma conversa de ouvido. O ato de seduzir transformava-se numa
enciclopédia romântica que valia até mentiras O beijo roubado, quando intensidade, era, talvez, mais garotos numa noite O baile funk, mais que uma reunião dos jovens
de hoje, é um convescote de traficantes em busca de novos babacas para o início de uma vida de vícios. Vale o mesmo para a festa reive e os incidentes estão aí na imprensa para que o colunista não passe por um "velho recalcado". A sedução transformou-se em agressão sexual, para ambos os lados. Fim de papo.
Está bem, somos velhos quando falamos em "rosto colado". Mas ninguém pode
roubar de nossa memória um tempo mágico onde o cavalheirismo de uma
dança fazia-nos flutuar por salões com pessoas especiais. E quem não dançou uma vez na vida de rosto colado não sabe o que perdeu. (Rogério Mendellsk)

Nenhum comentário:

Postar um comentário